A Fuga Épica de Allan Lota: O Homem que Venceu a Sinuca e Perdeu o Caminho do Caixa

A noite parecia uma confraternização comum, mas Allan Lota tinha outros planos. Com a precisão de um mestre, ele assumiu o controle da mesa de sinuca e não deu chance para ninguém: foram vinte rodadas de vitórias seguidas, limpando as bolas coloridas como quem organiza uma gaveta de meias. Para acompanhar o ritmo, ele degustou três doses de Campari e nada menos que dez Brahmas Duplo Malte.
O clima era de festa até que o garçom surgiu com o 'vilão' da noite: a conta. Foi nesse exato momento que Allan demonstrou um talento até então oculto: o ilusionismo. Enquanto o grupo se organizava para dividir os valores, Allan simplesmente deixou de existir naquele recinto. Ele não saiu, ele evaporou. Dizem que a velocidade da sua partida foi tão impressionante que o vento da sua passagem quase derrubou as garrafas vazias que ele mesmo tinha consumido. Agora, resta ao barman a lenda do homem que jogava como um profissional e fugia como um recordista olímpico.